terça-feira, 2 de junho de 2009

Alento

Hoje busco um novo alento,
Já observo a alvorada...
Não vejo alguma esperança!
Nesse dia que está nascendo.

Aquela imagem ainda cintila,
Mas são apenas frágeis resquícios,
Quem sabe se refaça aquele brilho!
E volte o luzeiro dos meus olhos.

Sim, aquela face tão brilhante,
Aqueles lábios cheios de paixão,
O doce encanto que existia!
aS PROMESSAS DE FELICIDADE.

Por que tem de ser assim?
A semente ão vingou...
Será que era tanta aridez!
Ou a semente era muito tênue.

Agora já não sei,
Estou assim desiludido...
Há secatrízes em meu rosto,
Já não comungo da beleza.

Foram túmidas esperanças em vão...
Agora é como a própria morte,
Só a tristeza jaza aqui!
Como lá na campa fria.

Jair Santo Galgaro

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