Ó sol tão opulento,
Tu que és tão cálido...
Aqueça-me nesse momento.
O teu lume não é em vão,
Eu a ti me apresento,
Eu te peço por favor?
Não sejas assim pachorrento.
Tu que tens o dão,
De aquecer toda a terra...
Aqueça meu coração!
Para ele não virar tapera.
És uma grande estrela...
Bela criação de Deus!
Fostes feito para iluminar,
Os passos dos filhos seus.
Procurarei teu brilho...
Sair agora vou,
Não posso ficar aqui!
Só, como eu estou.
Sol que pertence a todos...
Não me deixes isolado,
Sei da tua grandeza!
O quanto és inopinado.
Todos os dias tu apareces...
Para deixar nos contentes,
Fazendo a vida ressurgir!
Com a tua luz intumescente.
Jair Santo Galgaro
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