sábado, 11 de julho de 2009

O navio

No balanço das ondas,
Lá se foi o navio!
Também foi o meu amor,
Naquele mar bravio.,

Sumiu sem piedade,
Não ouviu o meu lamento!
Pois a partida dela,
Só me causou sofrimento.

Durante a longa viagem,
Ela talvez se ponha a pensar?
De quem tanto lhe ama!
E tenha dó do meu penar.

Como posso esquecer,
Aquele amor tão bonito,
Se em cada estrela eu vejo!
Você surgir no infinito.

Ficarei esperando o teu regresso,
Para aliviar meu martírio!
Só tu podes curar,
Minhas horas de delírio.

Aquele olhar tão rútilo!
Que tu me oferecias,
Jamais poderia pensar,
Que entristecessem meus dias.

Jair Santo Galgaro

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